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Novas , novas (é mesmo repetição) medidas de austeridade para Portugal

Os empresários consideram que as medidas eram inevitáveis e que só pecam por tardias.


Eram uma inevitabilidade e pecam por tardias. É desta forma que os empresários analisam as medidas apresentadas pelo Executivo de José Sócrates e que passam pelo aumento do IVA para uma taxa de 23% e um corte até 10% nos salários dos funcionários públicos, além de outras medidas que pretendem reduzir o défice para os 7,3%, em 2010, e para os 4,6% em 2011.
Santos Ferreira, presidente do Millenium BCP afirmou, em Macau, que tem "uma opinião favorável às medidas anunciadas". Para o banqueiro "eram necessárias medidas adicionais, não tanto para cumprir o défice de 2010, mas para os objectivos anunciados para 2011".
Nuno Amado, presidente executivo do Santander Totta, corrobora que "estas propostas vão no sentido de um processo de consolidação orçamental que é desejável e fundamental para sustentabilidade do financiamento externo da nossa economia". E elogia a "execução muito precisa e em tempo oportuno das medidas anunciadas".
Já o presidente da EDP rotulou as medidas apresentadas por Sócrates como "muito saudáveis". Para António Mexia, o "esforço terá que vir essencialmente do lado da despesa e, do lado da receita, dos impostos indirectos, de modo a não travar tanto a possibilidade de recuperação da economia portuguesa".
 (Económico)


Admirava-me eu que os tipos que recebem dezenas de milhares de €uros estivessem descontentes com as novas medidas de austeridade por parte do Governo Português... Aumentar o IVA de 21% para 23% que diferença lhes faz?

Eu acho que o Governo só está a ganhar coragem para "lançar" as verdadeiras medidas. E o Chachada Total tem-as em primeira mão; Alguns de nós já quase que pagam para trabalhar, mas com as novas medidas, esse vai ser um dado adquirido e obrigatório. Teremos que pagar o ordenado mínimo aos nossos patrões;

haverá um novo imposto sobre o ar que respiramos;

Novo imposto sobre as "fezes" - este imposto consiste em pesar as fezes e taxá-las 1€uro por cada 100gr de peso;

Novo imposto sobre as masturbações e relações sexuais - os valores serão fixados entre os 5 €uros para cada masturbação e os 10€uros para cada "acto" sexual (o uso de bonecas insufláveis e dildos serão considerados actos sexuais);

"Imposto Barba" - mais virado para os homens (e algumas mulheres) consiste em taxar um valor a fixar por cada pêlo de barba no rosto e pescoço;

"Imposto Mama" - este imposto abrangerá todas as mulheres e consiste em taxar (um valor ainda a  determinar) cada peito da mulher. Ao que apurámos os seus seios serão pesados uma vez por mês.

"Imposto doença" - qualquer indivíduo que adoeça terá que pagar ao estado um valor em € ainda a acordar. Quanto mais grave a doença for, mais se paga. No caso de doenças terminais, o doente será obrigado a doar todos os seus pertences ao Estado Português;

Por fim, haverá um novo imposto, o "imposto de corpo" - cada pessoa pagará um valor a afixar por cada membro do seu corpo. Prevêem-se problemas para os gémeos siameses...

Todas estas medidas serão divulgadas muito em breve, apesar de alguns dos valores a taxar ainda não estarem definidos.

Eu sugeria o seguinte a estes empresários e ao Governo; é muito simples: Molhem as mãos em água tépida e, com os dedos molhados, coloquem-nos na tomada eléctrica mais próxima. Pronto, esta sim é a única medida austera que pode (podia) salvar o País.